Luta de classes na era do Uber (por Marco Antonio Gonsales de Oliveira, Rodrigo Bombonati de Souza Moraes e Rogério de Souza/via Outras Palavras)

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Por Marco Antonio Gonsales de Oliveira, Rodrigo Bombonati de Souza Moraes e Rogério de Souza – 13/12/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Diego Rivera, Detroit Industry Murals (1933).

Distintos entre si, fordismo e toyotismo tinham algo em comum: a oferta, aos trabalhadores, de compensações parciais. O novo arranjo “produtivo” é retrocesso puro.

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http://outraspalavras.net/destaques/luta-de-classes-na-era-do-uber

A conferir

Por Celso Vicenzi – 14/7/2017.

Esse apetite incontrolável e obsceno dos golpistas sobre os direitos e a renda da população mais pobre vai acelerar a consciência de classe. A burguesia pode ter dado um tiro no pé.

Dez passos para entender didaticamente como os bancos nos empurraram abismo abaixo (por Mauro Lopes/blog Caminho da Casa – via Outras Palavras)

O Casamento Desigual (1525-1530), atribuída a um seguidor do artista flamengo Quentin Metsys.

Por Mauro Lopes – blog Caminho da Casa – via Outras Palavras.

“Em apenas dez passos você poderá entender claramente como os grandes bancos globais, os verdadeiros detentores do poder no capitalismo, estão empurraram o planeta e em especial 99% de sua população abismo abaixo. Eu achava que era coisa para economista com muitos anos de estudo, para experts. Mas, não – ainda bem! A leitura combinada de uma entrevista e um artigo veiculados no Outras Palavras esclarece tudo.”

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http://outraspalavras.net/maurolopes/2016/10/24/dez-passos-para-entender-didaticamente-como-os-bancos-nos-empurraram-abismo-abaixo

Lula: os limites e a história (por Jean Wyllys/via Carta Capital e Brasil247)

Foto: Roberto Parizotti / CUT:

Por Jean Wyllys/via Carta Capital e Brasil247 – 16/9/2016.

“Durante a entrevista coletiva para responder ao espetáculo midiático do Ministério Público,Lula conseguiu deixar claro porque é o alvo prioritário da caça às bruxas montada pela elite econômica (a plutocracia) do País. Essa elite que, mesmo não sendo majoritariamente conservadora e fascista, não teve problemas em se aliar aos fascistas e ultraconservadores, aos homofóbicos, aos fundamentalistas e a tudo o que há de mais atrasado, para recuperar o governo sem votos e defender seus privilégios. Essa elite oligárquica e escravocrata que é capaz de tudo para aumentar seus lucros.”

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http://www.brasil247.com/pt/colunistas/jeanwyllys/255549/Lula-os-limites-e-a-hist%C3%B3ria.htm

O “petismo” como problema moral (por Mauro Iasi/via blog da Boitempo)

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Por Mauro Iasi – 7/9/2016 – via blog da Boitempo.

“Sempre afirmamos e continuamos acreditando que o drama da experiência petista não pode se reduzir a uma dimensão moral, isto é, a um mero problema de traição ou abandono de valores resultantes do transformismo que se operou. Preferimos centrar nossa atenção no estudo do comportamento da classe trabalhadora e nas determinações materiais e históricas do ser da classe e sua consciência. Nesta direção o transformismo verificado nas direções correspondem a um determinando momento histórico, marcado pelo processo de reestruturação produtiva do capital e de derrota na luta de classes no plano internacional com o desfecho dramático das experiências de transição socialista operadas no século XX, em especial a soviética.

No entanto, há inegavelmente uma dimensão moral e ética nesta tragédia, na medida em que há decisões que são tomadas, caminhos que são escolhidos em detrimento de outros, valores abandonados e valores aceitos, pequenas e grandes traições. Ainda mais que isso, a inflexão política operada na direção da conciliação de classes e a consequente perda de autonomia dos trabalhadores, acaba por incidir num fenômeno mais amplo no que diz respeito a moralidade social e sua eticidade. Evidente que o petismo (que é responsável direto por muita coisa) não pode ser responsabilizado pelo conservadorismo presente na sociedade e suas manifestações mais grotescas com as quais nos deparamos hoje. As raízes do conservadorismo são outras. No entanto, as manifestações reacionárias que presenciamos e sua forma, em grande medida, devem ser compreendidas no quadro geral da luta de classes e da crise.”

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https://blogdaboitempo.com.br/2016/09/07/o-petismo-como-problema-moral

A vida depois do golpe (por Tereza Cruvinel/via Brasil247)

Por Tereza Cruvinel – 11/8/2016 – via Brasil247.

“Com a vitória da coalizão golpista na votação da pronúncia de Dilma como ré, só falta o juiz apitar:  fim de jogo, tudo dominado, o golpe prevaleceu. O que será feito até o final de agosto são jogos ilusórios: a carta de Dilma aos senadores e ao povo, apelos ao Supremo e a cortes internacionais, manifestações Fora Temer ignoradas e reprimidas. Tirar Dilma do cargo foi fácil como tomar doce de criança. Depois vem o pior, a restauração conservadora e autoritária.  É para  a vida depois do golpe que as forças democráticas e progressistas devem se preparar.”

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http://www.brasil247.com/pt/blog/terezacruvinel/249098/A-vida-depois-do-golpe.htm