Hora de examinar o poder dos super ricos (por Antonio Cattani, entrevistado no IHU/via Outras Palavras)

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Por  Antonio Cattani, entrevistado no IHU – 27/11/2017 – via Outras Palavras.

Mídia e academia quase não estudam o rentismo, sistema de privilégios que permite a uma pequena elite concentrar cada vez mais riquezas. Por isso, ainda acredita-se na meritocracia…

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http://outraspalavras.net/outrasmidias/capa-outras-midias/hora-de-examinar-o-poder-dos-super-ricos

Para historiador da Unicamp e de Harvard, a Universidade está preparada para as cotas étnico-raciais (por Manuel Alves Filho/via Jornal da Unicamp)

Foto: Antonio Scarpinetti

O historiador Sidney Chalhoub: “As razões históricas, sociais e filosóficas em favor das cotas justificam plenamente a medida. Não há futuro possível com esse perfil de desigualdade se reproduzindo ao longo do tempo. É uma missão de todos superar essa desigualdade”.

Por Manuel Alves Filho – 7/6/2017 – via Jornal da Unicamp. Foto: Antonio Scarpinetti. Edição de imagem: Luis Paulo Silva.

Ao aprovar o princípio das cotas étnico-raciais, a Unicamp se alinhou às grandes universidades do mundo, como Harvard, Yale e Columbia, que adotam a diversidade como critério para o ingresso de seus estudantes. O pressuposto dessas instituições é que a diversidade melhora a qualidade. A afirmação é do historiador Sidney Chalhoub, professor titular colaborador do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp e docente do Departamento de História da Universidade de Harvard (EUA). Na entrevista que segue, concedida ao Jornal da Unicamp, Chalhoub salienta a importância das ações afirmativas como mecanismo de reparação e promoção de justiça social e contesta argumentos utilizados pelos críticos das cotas, como a necessidade de preservar a meritocracia. “A meritocracia como valor universal, fora das condições sociais e históricas que marcam a sociedade brasileira, é um mito que serve à reprodução eterna das desigualdades sociais e raciais que caracterizam a nossa sociedade. Portanto, a meritocracia é um mito que precisa ser combatido tanto na teoria quanto na prática. Não existe nada que justifique essa meritocracia darwinista, que é a lei da sobrevivência do mais forte e que promove constantemente a exclusão de setores da sociedade brasileira. Isso não pode continuar”, defende.

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http://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/06/07/meritocracia-e-um-mito-que-alimenta-desigualdades-diz-sidney-chalhoub

Por uma esquerda capaz de disputar a subjetividade (por Tatiana Roque/via Le Monde Diplomatique e Outras Palavras)

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Por Tatiana Roque – 8/2/2017 – via Le Monde Diplomatique e Outras Palavras.
Imagem: Edvard Munch, Trabalhadores na Neve (1913).

Neoliberais acenam com empreendedorismo e competição. Direita propõe restaurar projetos autoritários e xenófobos. Que nos cabe: exaltar, nostálgicos, a imagem do trabalhador?

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http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=422156

O triste e maldoso discurso da meritocracia (por Jean Volpato/via Brasil247)

Por Jean Volpato – 21/6/2016 – via Brasil247.

“Tenho dito que no mundo até hoje não existiu um discurso mais maldoso, mais triste e mais trágico do que a falsa retórica da meritocracia. Nunca confie em alguém que fale em meritocracia para você. Ainda mais se você viver em um país subdesenvolvido.”

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http://www.brasil247.com/pt/colunistas/jeanvolpato/239455/O-triste-e-maldoso-discurso-da-meritocracia.htm