O ativismo identitário e o debate público: entrevista com Francisco Bosco (por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro/via Nexo)

Por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro – 24/11/2017 – Via Nexo.

“A vítima tem sempre razão?” é o título do novo livro do autor, que analisa a atuação dos movimentos feminista, negro e LGBTs no Brasil hoje.

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https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-ativismo-identit%C3%A1rio-e-o-debate-p%C3%BAblico-entrevista-com-Francisco-Bosco

Jovem agredida por ex-namorado abandona Florianópolis por falta de segurança (por Sérgio Rubim/via Canga blog)

Por Celso Vicenzi

É mais comum do que se imagina, infelizmente. E é muito difícil saber antecipadamente, porque por trás de um homem que parece educado, gentil, às vezes se esconde um agressor, alguém brutal, extremamente machista. Egocêntricos e covardes, incapazes de aceitar um “não” sem apelar para a violência.
Parabenizo por denunciar publicamente. E que consiga vencer este trauma, punir este canalha e refazer a sua vida, com amor, paz e liberdade. Esta é uma luta de toda(o)s.

Via Canga blog – 21/8/2017.

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http://cangarubim.blogspot.com.br/2017/08/jovem-agredida-por-ex-namorado-abandona.html

23 formas de uma mulher empoderar a outra indicadas por ONGs e coletivos feministas (por Susana Cristalli/via Buzzfeed)

Arte: Larissa Ribeiro para revista AzMina / Via instagram.com

Por por Susana Cristalli – 21/3/2017 – via Buzzfeed.

Atitudes e ações práticas para que empoderamento seja mais do que uma palavra da moda.

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https://www.buzzfeed.com/susanacristalli/dicas-de-ongs-e-coletivos-feministas-para-uma-mulher?utm_term=.rrabOwr3O6#.vmPXP9kOPY

Aplicativo aciona contatos de confiança de mulheres em situação de violência (por Rica Retamal/via Brasil de Fato)

Aplicativo Braços dados

Por Rica Retaman – 8/4/2017 – via Brasil de Fato.

Diferentes pesquisas de opinião e sobre violência apontam que o uso de espaços públicos ainda é um grande problema para as mulheres. Atividades simples do dia a dia, como andar de transporte público ou caminhar pela rua ainda são os locais com grande risco de assédio ou violência sexual. Para lutar contra essa triste realidade, a iniciativa independente de jornalismo “Gênero e Número” lançou recentemente um aplicativo.

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http://nucleopiratininga.org.br/aplicativo-aciona-contatos-de-confianca-de-mulheres-em-situacao-de-violencia-2

Acesse e baixe o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata na íntegra

O Instituto Patrícia Galvão e a Fundação Rosa Luxemburgo lançam o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata (saiba como foi o evento de lançamento). A obra debate as características dos feminicídios, denuncia sua perpetuação no Brasil – o quinto país com a maior taxa de assassinatos femininos no mundo – e destaca ainda a urgência do enfrentamento às violências contra as mulheres.

Buscando ampliar este debate urgente e necessário, o livro está disponível também para consultas, compartilhamentos e download na íntegra no link (gratuito):

Livro Feminicídio #InvisibilidadeMata (em pdf)

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/livrofeminicidio

Brasil ocupa 115º lugar em ranking de mulheres na política (por Alana Gandra/Agência Brasil)

Por Alana Gandra – 30/3/2017 – via Agência Brasil.

O Brasil ocupa a 115ª posição no ranking mundial de presença feminina no Parlamento dentre os 138 países analisados pelo Projeto Mulheres Inspiradoras (PMI). com base no banco de dados primários do Banco Mundial (Bird) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Ranking de Presença Feminina no Parlamento 2017 foi divulgado dia 30 de março.

Leia mais:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2017-03/brasil-ocupa-115o-lugar-em-ranking-de-mulheres-na-politica

Ipea aponta elitização e masculinização em PEC da reforma da Previdência (por Vitor Nuzzi/via Rede Brasil Atual)

Joana Mostafa

Joana, do Ipea: desigualdade entre homens e mulheres no Brasil não permite eliminar diferenças para efeito de aposentadoria.

Por Vitor Nuzzi – 8/2/2017 – via Rede Brasil Atual.

Segundo pesquisadores, mudanças nas regras farão com que quase metade das mulheres contribuintes não consiga se aposentar, especialmente as de piores condições de trabalho.

Leia mais:

http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2017/02/estudo-do-ipea-aponta-elitizacao-e-masculinizacao-na-pec-287