O ativismo identitário e o debate público: entrevista com Francisco Bosco (por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro/via Nexo)

Por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro – 24/11/2017 – Via Nexo.

“A vítima tem sempre razão?” é o título do novo livro do autor, que analisa a atuação dos movimentos feminista, negro e LGBTs no Brasil hoje.

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https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-ativismo-identit%C3%A1rio-e-o-debate-p%C3%BAblico-entrevista-com-Francisco-Bosco

Como as telenovelas brasileiras representam as mulheres (por Camilla Rodrigues Netto da Costa Rocha/via Nexo)

 

Por Camilla Rodrigues Netto da Costa Rocha – 23/2/2017 – via Nexo.

Este estudo reflete sobre a representação da figura feminina nos meios de comunicação, especificamente por meio das telenovelas brasileiras. Segundo a autora, muitas vezes elas constroem personagens femininas estereotipadas que reforçam a dominação masculina, mas existem brechas significativas para abordar temáticas contra-hegemônicas. Esse é o caso da personagem Clara da novela “Em Família”, analisado no estudo, que abre espaço para discutir as relações lésbicas.

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https://www.nexojornal.com.br/academico/2017/02/23/Como-as-telenovelas-brasileiras-representam-as-mulheres

As crianças diante da crise dos refugiados, em 3 desenhos animados (por Tatiana Dias/via Nexo)

Cena de “Malak e o barco: uma jornada da Síria”, um dos filmes divulgados pelo Unicef.

Por Tatiana Dias – 31/3/2016 – via Nexo.

Fundo das Nações Unidas para a Infância transforma histórias reais em pequenos filmes para humanizar o drama.

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https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/03/31/As-crian%C3%A7as-diante-da-crise-dos-refugiados-em-3-desenhos-animados

Caça à bruxa (por Ivan Marsiglia/via Nexo)

Por Ivan Marsiglia/via Nexo – 5/9/2016.

“No início dos anos 90, em uma polêmica com a filósofa Marilena Chauí, que criticara o mito da objetividade na imprensa – resultado, segundo ela, de uma concepção positivista de ciência, que oculta o fato de que todo o conhecimento é representação e, como tal, intermediado pelo subjetivo –, Paulo Francis disparou, com sua franqueza habitual, na coluna Diário da Corte: “Se Marilena quer aprender sobre malandragem em imprensa deve se concentrar em dois tópicos, omissão e manipulação de ênfases. Mas duvido que isso sequer conste do currículo das nossas escolas de jornalismo” (O Estado de S. Paulo, 25/07/1993).

Waaal… Batata, Francis. A “malandragem” não está na fricção entre repórteres e editores pela “embocadura da pauta” ou na censura direta, de cima para baixo. Ela ocorre mais sutilmente, no destaque dado pela chefia ao conteúdo publicado e nos efeitos que isso traz ao ânimo interno dos jornalistas. A manipulação se dá no momento em que a chefia decide quantas linhas ou tempo de TV o repórter terá para a sua matéria, se ela estará entre as manchetes de capa ou na escalada do telejornal, se ganhará ou não suítes sucessivas nas edições seguintes.

Omissão e ênfases, pois. Dentro de uma redação, aparecer é fundamental. Um verdadeiro capital simbólico é distribuído pela chefia na forma de espaço, disputado a tapa pelos jornalistas: o prestígio impresso na forma de visibilidade e expresso, mais concretamente depois, na forma de promoções e aumentos de salário. O repórter sabe que tipo de matéria lhe dará mais projeção profissional. Vaidade e ambição condicionam o livre-arbítrio de quem escolhe, apura e escreve as notícias.”

É esse acordo tácito entre patrões e empregados que conduz a cobertura para determinada direção, sem que isso tenha de ser claramente explicitado.”

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http://www.fluxo.net/tudo/2016/9/5/caca-a-bruxa

 

13 anos de governo PT no Brasil (por Daniel Mariani, Bruno Lupion e Rodolfo Almeida/via Nexo)

Lula, Dilma e Michel Temer, na posse de Dilma em 2011.

Por Daniel Mariani, Bruno Lupion e Rodolfo Almeida/via Nexo – 2/9/2016.

“Os dois últimos anos da era do PT no Palácio do Planalto registraram retrocessos na economia e no bem-estar da população. Houve queda do PIB (Produto Interno Bruto) e alta do desemprego. Na fotografia mais ampla, contudo, as gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff obtiveram avanços em diversos aspectos econômicos e sociais. Os índices, que podem ser conferidos no link abaixo, contam um pouco dessa história.”

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https://www.nexojornal.com.br/especial/2016/09/02/10-%C3%ADndices-econ%C3%B4micos-e-sociais-nos-13-anos-de-governo-PT-no-Brasil

O som do silêncio: uma nota sobre a abertura dos Jogos Olímpicos de 2016 (por Lilian Schwarcz/via Nexo)

Por Lilia Schwarcz – 15/8/2016 – via Nexo.

“Por que é que o Brasil, em eventos internacionais desse tipo, sempre mostra apenas seu lado mais exótico, e, sobretudo, repisa a imagem de povo pacífico que resolve tudo na base da ‘cordialidade’?”

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https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2016/O-som-do-sil%C3%AAncio-uma-nota-sobre-a-abertura-dos-Jogos-Ol%C3%ADmpicos-de-2016

Mulheres e negros em grandes empresas: muitos na base, poucos no topo (por André Cabette Fábio/via Nexo)

Negros ocupam posições menores no mercado (Foto: GovBA/Creative Commons).

Por André Cabette Fábio – 13/5/2016 – via Nexo.

De acordo com estudo, situação é especialmente ruim para mulheres negras, e poucas empresas adotam medidas de incentivo.

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