Pesquisas recentes comprovam o poder das PANC na prevenção de doenças (por Juliana Carreiro/via O Estado de S. Paulo)

Por Juliana Carreiro – 4/12/2017 – via O Estado de S. Paulo.

No início de 2016 publiquei aqui um post sobre as PANC, Plantas Alimentícias Não-Convencionais. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil existem cerca de 10 mil espécies de plantas alimentícias e só utilizamos cerca de 300. Isso diminui a regionalidade alimentar e é mais uma prova do aumento da globalização dos nossos hábitos alimentares. As PANC normalmente são vistas como mato, ervas daninhas ou  invasoras das plantações, isso porque elas nascem e crescem sozinhas, sem precisar de nenhum tipo de manejo. O que a maioria das pessoas não sabe é que elas possuem mais nutrientes, fibras, proteínas e compostos bioativos do que as convencionais, principalmente as que são cultivadas em larga escala, com agrotóxicos e solo pobre. Na culinária, as PANC são saborosas e versáteis. E o aumento do seu consumo pode ajudar a combater a fome, a melhorar a renda de pequenos agricultores locais e a preservar o meio ambiente, pois não o agride na sua produção.

Leia mais:

http://emais.estadao.com.br/blogs/comida-de-verdade/pesquisas-recentes-comprovam-o-poder-das-panc-na-prevencao-de-doencas

Dois pesos e duas medidas: 11 situações em que os jornais esqueceram a isenção (por Amanda Miranda/via ObjETHOS)

Por Amanda Miranda – 5/6/2017 – via ObjETHOS.

Para quem acompanha a crítica de mídia ou mesmo as pesquisas sobre comunicação e jornalismo, não é novidade nenhuma lembrar que imparcialidade, neutralidade e objetividade têm se firmado como mitos na prática jornalística. No geral, são valores acionados pelos veículos ao se apresentarem ao público, mas facilmente contestáveis ao estudarmos suas notícias nas mais variadas formas.

No recém-lançado projeto editorial da Folha de S. Paulo, por exemplo, um dos princípios indica que o jornal irá “manter atitude apartidária, desatrelada de governos, oposições, doutrinas, conglomerados econômicos e grupos de pressão”, o que sugere uma busca por um espaço neutro, afastado de quaisquer interesses.

Já os princípios editoriais do grupo Globo reconhecem a impossibilidade de atingirem por completo o valor que chamam de isenção, mas lembram que ela deve ser uma meta em suas notícias. “Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna – é possível ter 100% de isenção? – a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção”.

Mas como é possível atingir essa isenção ou essa atitude apartidária em momentos de crise política e de intensa polarização? É possível manter a crítica a todos os grupos políticos no mesmo tom? Sendo esses veículos grandes empresas de comunicação, não devemos inferir que sua aproximação com os interesses do mercado e dos seus grupos de apoio são inevitáveis?

Para tentar compreender melhor essas questões, investigamos 54 capas dos jornais Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo e O Globo nos últimos 18 meses – que compreendem períodos imediatamente anteriores ao impeachment de Dilma Rousseff e a transição de um governo interino para o governo Michel Temer. Dessas, selecionamos 36, reunidas em 11 tópicos que indicam o posicionamento dos jornais para além do que eles dizem explicitamente.

Leia mais:

https://objethos.wordpress.com/2017/06/05/dois-pesos-e-duas-medidas-11-situacoes-em-que-os-jornais-esqueceram-a-isencao

 

Dinheiro fez de juízes uma casta que tem horror ao povo (por Fernando Brito/via Tijolaço)

juizestadao

Por Fernando Brito – 21/8/2016 – via Tijolaço (sobre reportagem de O Estado de S. Paulo).

“O Estadão publica hoje mais uma das matérias que mostram, outra vez,  o absurdo das remunerações milionárias dos juízes e desembargadores brasileiros. Desta vez, para mostrar que ganham tanto ou mais que seus congêneres de países ricos, onde o trabalhador em geral ganha três, quatro, seis ou mais vezes que os brasileiros.”

Leia mais:

http://www.tijolaco.com.br/blog/dinheiro-fez-de-juizes-uma-casta-que-tem-horror-ao-povo

Como assim, escola sem ideologia? (por Marcelo Rubens Paiva/via O Estado de S. Paulo)

socrates

Por Marcelo Rubens Paiva – 18/7/2016 – via O Estado de S. Paulo.

“Como assim, escola sem ideologia?

A escola sem um professor de história de esquerda é como uma escola sem pátio, sem recreio, sem livros, sem lanchonete, sem ideias. É como um professor de educação física sem uma quadra de esportes, ou uma quadra sem redes, ou crianças sem bola.”

Leia mais:

http://cultura.estadao.com.br/blogs/marcelo-rubens-paiva/como-assim-escola-sem-ideologia

Massacre de indígenas no MS é também um massacre midiático (por Alceu Castilho/via Outras Palavras)

caarapó

Por Alceu Luís Castilho (@deolhonoagro) – 15/6/2016 – via Outras Palavras.

“Estadão noticiou em 77 palavras um atentado de fazendeiros que deixou um morto e vários feridos, entre eles um menino de 12 anos. Em 2013, mataram Denilson, de 15.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/alceucastilho/2016/06/15/massacre-de-indigenas-no-ms-e-tambem-um-massacre-midiatico

De um pescador tradicional aos golpistas e à mídia (por Carlos dos Santos e Cibelih Hespanhol/via Outras Palavras)

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Por Carlos dos Santos, em texto recolhido por Cibelih Hespanhol – Imagem: Sarah Gehren.

Resposta a “O Estado de S. Paulo”, para quem um espaço de diálogo entre povos tradicionais e o Estado seria desperdício de dinheiro público.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/brasil/de-um-pescador-tradicional-aos-golpistas-e-a-velha-midia