Da exclusão para a materialização de sonhos (por Padre Vilson Groh/via TEDxFloripa)

Por Padre Vilson Groh – 21/11/2017 – via TEDxFloripa.

Vilson ainda era um estudante de 24 anos vindo do interior quando subiu pela primeira vez o morro do Mocotó, na periferia da capital catarinense, e começou a derrubar muros e construir pontes. Não físicas, mas entre pessoas e crenças. Daquele encontro com uma mãe de santo, o futuro padre começaria sua vida dedicada a ajudar pessoas em situação vulnerável a materializarem seus sonhos, trabalho que realiza até hoje por meio de um Instituto que leva seu nome. Vilson Groh, padre brusquense que vive na periferia de Florianópolis, é presidente de um instituto que leva seu nome e trabalha em prol da defesa e garantia de direitos da população empobrecida. Em parceria com outras organizações civis, o Instituto Padre Vilson presta assistência e promove articulação na dimensão social, educacional e financeira.

Assista:

Aragão: “Toda vez que se deposita alguma esperança no STF, a gente só pode rir no cantinho da boca”

Por Celso Vicenzi – 31/10/2017.

O ex-ministro da Justiça no governo Dilma e ex-procurador do Ministério Público Federal, Eugênio Aragão, proferiu palestra no Seminário estadual sobre “A conjuntura nacional, a reforma política e os possíveis conflitos de jurisprudência”, promovido pela CUT/SC no dia 26 de outubro, na Federação dos Comerciários de Santa Catarina (Fecesc), em Florianópolis.

Uma aula sobre quem são e como atuam os agentes e os órgãos do Ministério Público e do Judiciário, e sobre as ilusões dos governos populares de Lula e Dilma, que esqueceram a luta de classes.

Leia mais:

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/aragao-toda-vez-que-se-deposita-alguma-esperanca-no-stf-a-gente-so-pode-rir-no-cantinho-da-boca

Ladislau: e os bancos sugam a riqueza do mundo (por Ricardo Machado, no IHU/via Outras Palavras)

Por Ricardo Machado, no IHU – 24/10/2017 – via Outras Palavras. Vídeo: Ladislau Dowbor.

Em vídeo-palestra, autor de “A Era do Capital Improdutivo” expõe os mecanismos que permitem à oligarquia financeira produzir desigualdade máxima, devastar a natureza e inviabilizar a democracia.

Leia mais:

http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=529502

 

Nilson Lage, sobre a imprensa e o golpe: pior que em 64. (por Fernando Brito, com Celso Vicenzi/via Tijolaço)

Por Fernando Brito, com Celso Vicenzi – 20/8/2017 – via Tijolaço.

O colega e amigo  Celso Vicenzi envia , de Florianópolis, algumas notas sobre a palestra de Nílson Lage, jornalista veterano e professor (meu, inclusive) de muitas gerações de profissionais nas Universidades Federais do Rio de Janeiro e, depois, na de Santa Catarina, na palestra feita sexta-feira sobre “a palestra “A mídia e os golpes de Estado”, na Faculdade de Educação da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

Leia mais:

http://www.tijolaco.com.br/blog/nilson-lage-sobre-imprensa-e-o-golpe-pior-que-em-64-com-celso-vicenzi

A crise política institucional no país: a palestra de Luis Nassif em Florianópolis

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Da UCG Florianópolis – 27/3/2017.

Após o golpe, que destituiu a presidenta democraticamente eleita, Dilma Rousseff, o país mergulhou em uma crise institucional e financeira, que aponta não ter fim. Preocupados com o rumo que o processo democrático vem tomando, o grupo Unidos Contra o Golpe e o Instituto Paulo Stuart Wright convidaram o jornalista Luis Nassif para a Florianópolis no último dia 17 para falar sobre o assunto.
O evento foi realizado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), no auditório Antonieta de Barros, com uma coletiva de imprensa (na sala de imprensa da Alesc), e com a palestra “Panorama da Crise Política Institucional do Brasil”, seguida de debate.
Nassif é um dos mais renomados jornalistas do país, atua como palestrante, além de moderador de eventos de Economia, Política e Inovação. Ele também conta com relevantes trabalhos pelo meio impresso e digital, sendo um dos poucos profissionais com conhecimentos sócio-históricos necessários para desvendar os cenários, as tendências e os panoramas do Brasil e do mundo.
Confira a palestra:

Leandro Karnal:O pecado envergonhado a inveja e a tristeza sobre a felicidade alheia – cpfl cultura

Vale a pena assistir a essa aula, muito bem-humorada e ao mesmo tempo reflexiva, do historiador Leandro Karnal, sobre “O pecado envergonhado – a inveja e a tristeza sobre a felicidade alheia”.

A CPFL Cultura é um dos mais importantes programas nacionais de reflexão sobre o mundo contemporâneo, fruto da experiência acumulada ao longo de 10 anos de palestras e debates sobre os mais variados temas. Primando pela pluralidade, pelo diálogo e pela diferença, promove a conexão de artistas e intelectuais de renome com diversos públicos, organizando teorias, transformando informações em conhecimento, além de proporcionar novas experiências ao incentivar as artes por meio de exposições, peças teatrais, cinema e concertos de música erudita.

Veja, a seguir, o link com a palestra, de 2h12 (incluindo o debate).

Que pecado o cidadão de Itajaí cometeu para ter que pagar 60 mil reais por uma hora de Joaquim Barbosa? Por Paulo Nogueira.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/que-pecado-o-cidadao-de-itajai-cometeu-para-ter-que-pagar-60-mil-reais-por-uma-hora-de-joaquim-barbosa-por-paulo-nogueira

Postado em 9 mai 2015

Mau exemplo no STF e fora dele

E então temos o seguinte: o cidadão de Itajaí foi obrigado a pagar 60 mil reais por uma palestra de uma hora de Joaquim Barbosa.

Este é o Batman, o campeão da ética, “o garoto pobre que mudou o Brasil”, segundo a Veja, naquela que foi uma das mais idiotas chamadas de capa já produzidas por uma revista em toda a história em qualquer lugar do mundo.

Mil reais por minuto. Este, ficamos sabendo, é o preço de Barbosa. Vazou de alguma forma, porque segundo o contrato o valor era sigiloso.

Seria um assalto ao contribuinte de Itajaí de qualquer forma. Mesmo que a palestra fosse em praça pública, aberta a todos os interessados, há outras maneiras mais inteligentes de gastar 60 mil reais em 60 minutos, você há de convir.

Mas este é Joaquim Barbosa, o paladino que não hesitou em queimar 90 mil reais de dinheiro público numa reforma dos banheiros do apartamento funcional que utilizou por tão pouco tempo.

Repito: mas este é Joaquim Barbosa, o incorruptível que inventou uma empresa para sonegar impostos na compra de um apartamento em Miami.

Quando você prega moralidade e na sombra faz coisas impublicáveis, isso quer dizer que você é um demagogo.

Pois é exatamente este o título que deveria estar hoje no cartão de visitas de JB, ou nas propagandas de suas palestras: demagogo.

No STF, ele foi um péssimo exemplo para a sociedade. Deslumbrado com as lantejoulas cínicas da mídia, ele presidiu o julgamento mais iníquo do Brasil.

Joaquim Barbosa levou às culminâncias o conceito de justiça partidária, em que você julga alguém não pelo que fez ou deixou de fazer, mas pelo partido a que pertence.

Enquanto teve poder, foi mesquinho, intolerante – repulsivo. Não surpreende que seja admirado exatamente por pessoas com aquelas características, e abominado por progressistas de toda ordem.

Saiu do STF porque, com a chegada de novos ministros, ficou em minoria. Não teve sequer a coragem de defender suas ideias conservadoras e pró-1% em ambiente não controlado.

Estava na cara que ia fazer palestras.

A direita se defende e se protege: arruma palestras milionárias para aqueles que vão fazer pregações contra qualquer coisa parecida com a esquerda, e sobretudo contra Lula e o PT.

Mau exemplo no STF, Joaquim Barbosa continua a ser mau exemplo fora dele.

Entre palestras, arrumou tempo para fazer uma bajulação abjeta à Globo por seus 50 anos.

A emissora que foi a voz da ditadura se converteu, nas palavras de JB, na empresa generosa à qual os brasileiros devemos, pausa para gargalhada, a integração.

A emissora que é um símbolo da hegemonia branca, e que advoga ferozmente contra políticas de afirmação, foi colocada num patamar de referência em seu universo na inclusão de negros.

Joaquim Barbosa foi uma calamidade para o Brasil no STF, e longe dele, arrecadando moedas em palestras, continua a projetar sombras nada inspiradoras.

É, como Moro hoje, o falso herói, condição fatal de todos aqueles que a plutocracia, para perpetuar sua predação, tenta transformar em ídolo popular.

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