Violência no Brasil é uma bomba de Hiroshima por ano (por Paulo Henrique Amorim/via Conversa Afiada)

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Essa foto de Luiz Morier, feita na estrada Grajaú-Jacarepaguá, no Rio, não é de 2017. É de 1982, publicada na capa do Jornal do Brasil (quando era o melhor jornal do Brasil). Ainda bem que mudou, não é, amigo navegante?

Por Paulo Henrique Amorim – 31/10/2017 – via Conversa Afiada.

Sete pessoas morrem por hora no Brasil!

É um genocídio.

Os pobres que se lixem!

O número de mortes violentas, intencionais, por ano, equivale a uma bomba atômica em Hiroshima: 62 mil!

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Advogado de Lula: criminosa é a Globo (por Roberto Teixeira/via Paulo Henrique Amorim/Conversa Afiada)

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Por Roberto Teixeira/via Paulo Henrique Amorim/Conversa Afiada – 1/10/2016.

“Depois de dar apoio decisivo ao golpe militar, confessar a prática de cartel e praticar outros atentados ao Estado Democrático de Direito, a Globo – junto com a Operação Lava Jato – pretende agora criminalizar a advocacia.”

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Temer não tem nem nome no G19 (por Paulo Henrique Amorim/via Conversa Afiada)

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Por Paulo Henrique Amorim – 6/9/2016 – via Conversa Afiada.

Nem o G20 reconheceu o cargo de presidente usurpado por Michel Temer com a consolidação do golpe na última semana. Em sua primeira participação no encontro do G20, que reúne as 20 maiores economias do mundo todos os anos, o presidente não-eleito foi o único líder que não teve o nome citado na lista de presença da reunião. Em vez de apresentar o nome de Michel Temer, a lista elencou “líder brasileiro”.

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Aragão e Dilma: Gilmar não leu Temer! (por Paulo Henrique Amorim/via Conversas Cruzadas)

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Por Paulo Henrique Amorim – 2/9/2016 – via Conversas Cruzadas.

“A nossa República saiu, sem dúvida nenhuma, muito fortemente maculada do Golpe, da esperteza, da falta de escrúpulos, da atuação de bandos – para não falar de matilhas – contra o poder constituído. Isso, infelizmente, vai ter consequências duradouras até que a gente possa reconsolidar um pacto nacional e dar algum tipo de estabilidade e respeitabilidade, um pacto que reconstitua a confiança da coletividade nas suas instituições.”

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