Edgar Morin: “É preciso ensinar a compreensão humana” (por Revista Prosa Verso e Arte/via Programa Milênio/Fronteiras do Pensamento)

Por Revista Prosa Verso e Arte/via Programa Milênio/Fronteiras do Pensamento.

Com mais de 90 anos, o francês Edgar Morin, nascido e criado Edgar Nahoum no início do século 20, é um dos mais respeitados pensadores do nosso tempo. Com uma gigantesca produção literária, pedagógica e filosófica. Em tempos de radicalismos, Morin é herdeiro do melhor do humanismo francês. Em entrevista ao programa Milênio, Edgar Morin fala sobre o extremismo e o significado da educação na contemporaneidade.

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http://www.revistaprosaversoearte.com/e-preciso-ensinar-compreensao-humana-edgar-morin

O programa secreto do capitalismo totalitário (por George Monbiot/via Outras Palavras)

170725-Koch

Por George Monbiot – 25/7/2017 – via Outras Palavras. Tradução: Antonio Martins.

Como Charles Koch e outros bilionários financiaram, nas sombras, um projeto político que implica devastar o serviço público e o bem comum, para estabelecer a “liberdade total” do 1% mais rico.

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http://outraspalavras.net/destaques/o-programa-secreto-do-capitalismo-totalitario

Bactérias e Filosofia no interior de Minas (por Maurício Ayer/via Outras Palavras)

Santo Casamenteiro, recém-chegado da França, onde conquistou uma medalha de prata.

Por Maurício Ayer (texto e fotos) – 2/8/2017 – via Outras Palavras.

Ou de como se descobre (entre queijos e mesa de bar) que a vida ultra-virtualizada das metrópoles nos aliena tanto da natureza quanto das chances de sentir e transformar o mundo.

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http://outraspalavras.net/mauricioayer/2017/08/02/bacterias-e-filosofia-interior-de-minas

O sentimento de exílio e a metástase que se espalha pelo Brasil (por Marco Aurélio Weissheimer/via rsurgente)

La vuelta del exilio, de Rafael Arozarena. (Reprodução).

Por Marco Aurélio Weissheimer 3/8/2017 – via rsurgente.

No início deste ano, em um debate realizado no Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, Flavio Koutzii falou do retorno de alguns sentimentos incômodos vivenciados no período pós-golpe de 64 no Brasil: o sentimento de sentir-se exilado dentro do próprio país e o de um profundo estranhamento em relação ao que nos cerca. A palavra “cerca” aqui tem um duplo sentido: o que nos rodeia e o que nos prende a um pequeno espaço, como se fosse a ante-sala de um matadouro.

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https://rsurgente.wordpress.com/2017/08/03/o-sentimento-de-exilio-e-a-metastase-que-se-espalha-pelo-brasil

Algo mais forte terá que nascer

Por Celso Vicenzi – 3/8/2017.

No diálogo com um amigo, sobre o momento atual:
 
Acho que 2018 já morreu, antes de nascer. Seja porque pode não haver eleições, com mais um golpe dentro do golpe (parlamentarismo), seja porque nas condições atuais do golpe (“com o Supremo, com tudo”, como disse Jucá), não haverá governo capaz de reverter o que foi destruído. Desse jogo de conchavos de partidos e instituições não sairemos sem um levante popular.

Mais que desânimo, é desabafo

Por Celso Vicenzi – 3/8/2017.

Concordando com uma amiga. Não dá para falar em povo e se posicionar à parte. Todos somos povo, sim, inclusive essa turma de ladrões. Acho que o desânimo de alguns (mas também é só desabafo, fiquemos tranquilos!) é saber que os mais prejudicados ainda não entenderam que estão sendo ferrados, massacrados e continuam iludidos pelas antenas de TV. Penso que é mais por aí, mas tenho certeza que a hora chegará em que todos que não forem canalhas ou covardes estarão (estaremos) juntos para retomar o país que boa parte da mídia, empresariado, parlamentares, juízes, igrejas, procuradores, policiais federais e “outros que tais” estão fazendo de tudo para destruir.

Congresso, um negócio de família: seis em cada dez parlamentares têm parentes na política (por Edson Sardinha/via Congresso em Foco)

Cássio Cunha Lima e o filho Pedro Cunha Lima: unidos pelo sobrenome e pelo mandato no Congresso.

Por Edson Sardinha – 1/8/2017 – via Congresso em Foco.

Palco de escândalos políticos, troca de acusações e agressões verbais, o Congresso Nacional é também um ambiente familiar. Pelos plenários, corredores e gabinetes, uma bancada expressiva de  parlamentares bem poderia chamar de pai, filho, tio, sobrinho, primo ou, até mesmo, de amor aqueles que tratam pelo formal Vossa Excelência. Ao menos 60 deputados e senadores têm familiares no exercício do mandato, na suplência ou licenciados na Câmara e no Senado. Eles estão longe de ser exceção. De pai para filho, a política brasileira virou um grande negócio de família.

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http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/congresso-um-negocio-de-familia-seis-em-cada-dez-parlamentares-tem-parentes-na-politica