Jessé Souza: “O ódio ao pobre é o problema central do Brasil” (por Brasil247)

Ag. Senado | Ricardo Stuckert | USP Imagens

Por Brasil247 – 29/9/2017.

O sociólogo e professor Jessé Souza acredita que “o ódio ao pobre é o problema central do Brasil”. Em seu novo livro, “A elite do atraso – da escravidão à Lava Jato”, ele apresenta a tese sobre como é legitimada a desigualdade social no Brasil e como a elite do dinheiro é a principal influenciadora das ideias e projetos do País, comprando todas as outras elites.

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https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/319945/Jess%C3%A9-Souza-%E2%80%9CO-%C3%B3dio-ao-pobre-%C3%A9-o-problema-central-do-Brasil%E2%80%9D.htm

E se os bancos servissem à sociedade? (por Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online/via Outras Palavras)

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Sururu, moeda solidária utilizada pelo Banco Solidário Quilombola do Iguape (BA) como dinheiro comunitário local no Recôncavo Baiano.

Por  Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online – 18/9/2017 – via Outras Palavras.

Apoiada em Ladislau Dowbor e Yann Leboutang, economista sustenta: em vez de limitar-se a criticar os bancos, esquerda deve propor sua transformação radical.

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http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=515641

 

O inimigo não é quem pensa diferente de você, mas quem não pensa (por Leonardo Sakamoto/via blog do Sakamoto/UOL)

Por Leonardo Sakamoto – 11/9/2017 via blog do Sakamoto/UOL.

O inimigo não é quem pensa diferente de você, tem outra ideologia, outra identidade, outra vida. Mas quem não pensa e, a partir desse vazio, ataca a existência de tudo à sua volta que não lhe faz sentido. O seu inimigo não é seu adversário político ou econômico, mas quem repete mantras violentos que lê na internet, ouve em bares ou vê em certas igrejas e não para para pensar qual a origem daquilo e a quem interessa que esse discurso seja assim. É quem promove um nós contra eles cego, que utiliza técnica de desumanização, tornando o outro uma coisa sem sentimentos e, ao fim, pede sua extinção.

https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/09/11/o-inimigo-nao-e-quem-pensa-diferente-de-voce-mas-quem-nao-pensa

E os pobres sustentam o cassino financeiro global (por Inesc e Redação Outras Palavras)

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Em três décadas, países periféricos transferiram, para nações capitalistas centrais, US$ 10,6 trilhões — trezentas vezes o PIB da Nicarágua. Paraísos fiscais são principal sangria. Só China escapou.
Por Inesc e Redação Outras Palavras – 6/9/2017.
Qual impacto que a fuga não-registrada de capitais pode ter no desenvolvimento de um país, principalmente nos mais vulneráveis e pobres? Qual o papel dos paraísos fiscais na facilitação desse fluxo financeiro, que drena importantes recursos de regiões inteiras do mundo? Para tentar responder a essas questões, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em parceria com o Centro de Pesquisa Aplicada da Escola de Economia da Noruega (SNF), a Global Financial Integrity (GFI), Universidade Jawaharlal Nehru e o Instituto Nigeriano de Pesquisa Social e Econômica, produziu o estudo “Fluxos Financeiros e Paraísos Fiscais: Uma combinação para limitar a vida de bilhões de pessoas“, um extenso relatório em três partes que avalia o fluxo líquido de recursos de entrada e saída de países em desenvolvimento, durante o período de 1980-2012.
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O estupro como metáfora do golpe: a mídia punitiva, a esquerda positivista e as paixões humanas (por Sylvia Debossan Moretzsohn/via ObjETHOS/Ufsc)

Por Sylvia Debossan Moretzsohn – 4/9/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A coincidência entre o aniversário do golpe e a repercussão do casodo sujeito preso em flagrante por ejacular em cima de uma mulher num ônibus mas libertado no dia seguinte transformou a imagem do estupro numa perfeita metáfora do país.

De fato, estamos sendo estuprados desde a fatídica sessão da Câmara do dia 17 de abril do ano passado, em que, entre gargalhadas e rojões de papel metalizado, aquela multidão de deputados fantasiada de verde e amarelo expôs ao mundo a qualidade de nossa representação parlamentar. A falta de decoro não se limitou aos exageros de comportamento: chegou ao cúmulo de uma declaração de voto que elogiava o torturador-símbolo do período da ditadura.

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https://objethos.wordpress.com/2017/09/04/o-estupro-como-metafora-do-golpe-a-midia-punitiva-a-esquerda-positivista-e-as-paixoes-humanas

O neocolonialismo e a possibilidade de desintegração territorial brasileira (por Roberto Bitencourt da Silva/via Luis Nassif/GGN)

Por Roberto Bitencourt da Silva – 4/9/2017 – via Luis Nassif/GGN.

A sociedade brasileira está submetida a uma condição abjeta: imoralidade desavergonhada de oligarquias políticas; um golpismo vende pátria despudorado que, ofendendo a consciência democrática e nacional do Povo Brasileiro, rasga a Constituição, despreza a soberania do voto popular e aliena o patrimônio público.

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http://jornalggn.com.br/blog/roberto-bitencourt-da-silva/o-neocolonialismo-e-a-possibilidade-de-desintegracao-territorial-brasileira-por-roberto-bitenco

Boaventura: a esquerda sem imaginação (por Boaventura de Sousa Santos/via Outras Palavras)

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Por Boaventura de Sousa Santos – 24/8/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Edward Hooper, Pessoas ao sol (1963).

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Por não ousar novas formas de Democracia, Estado e Economia; e por não enfrentar articuladamente as três faces da dominação, ela tem sido incapaz de deter a ofensiva brutal do sistema.

http://outraspalavras.net/capa/boaventura-a-esquerda-sem-imaginacao

O Brasil vive a Era do Foda-se (por Leonardo Sakamoto/via blog do Sakamoto/UOL)

Foto: Marlene Bergamo/Folhapress.

Por Leonardo Sakamoto – 24/8/2017 – via blog do Sakamoto/UOL.

Vivemos a ”Era do Foda-se”. Sabe aquele esforço para se preocupar com as consequências das próprias ações e palavras e, no mínimo, manter as aparências? Então, ele se aposentou ou tirou férias, mandando avisar que só dá as caras quando a democracia plena voltar ao Brasil. Até lá, cada autoridade ou membro da elite deste país pode falar ou fazer o que quiser, sem medo da repercussão negativa junto à população. Até porque, convenhamos, foda-se.

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https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/08/24/o-brasil-vive-a-era-do-foda-se