“Reforma” da Previdência: os números da farsa (por Antonio Martins/via Outras Palavras)

Por Antonio Martins – 28/11/2017 – via Outras Palavras.

Governo fala em economizar R$ 50 bilhões ao ano para “salvar” o sistema. Mas acaba de desfalcá-lo em muito mais, com a Contrarreforma Trabalhista e os privilégios concedidos às petroleiras estrangeiras. Alternativa é revogação destas medidas.

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http://outraspalavras.net/blog/2017/11/28/reforma-da-previdencia-os-numeros-da-farsa

“O poder sem controle é a pior das maldições”: a aula pública sobre a tragédia do reitor da UFSC (por Celso Vicenzi/via DCM)

Aula Pública na Ufsc: Resistência ao abuso de poder e ao fascismo. Foto: Celso Vicenzi.

Por Celso Vicenzi – 29/11/2017 – via DCM.

Contra todos os abusos que se cometem no Brasil, sobretudo a partir da Lava Jato e do golpe contra a presidenta Dilma Roussef, oradores se revezaram na aula pública na UFSC, em defesa dos fundamentos do Estado Democrático de Direito e da Autonomia Universitária, e também pela apuração dos fatos e responsabilização dos agentes envolvidos na crise que vitimou a Ufsc e o ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-poder-sem-controle-e-pior-das-maldicoes-aula-publica-sobre-tragedia-do-reitor-da-ufsc-por-celso-vicenzi

O ativismo identitário e o debate público: entrevista com Francisco Bosco (por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro/via Nexo)

Por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro – 24/11/2017 – Via Nexo.

“A vítima tem sempre razão?” é o título do novo livro do autor, que analisa a atuação dos movimentos feminista, negro e LGBTs no Brasil hoje.

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https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-ativismo-identit%C3%A1rio-e-o-debate-p%C3%BAblico-entrevista-com-Francisco-Bosco

A ousadia de pensar o aborto: Uma questão bioético-política (por Fabio A.G. Oliveira, Letícia Gonçalves e Maria Clara Dias/via Revista Cult)

A ousadia de pensar o aborto: Uma questão bioético-política

Arte: Revista Cult.

Por Fabio A.G. Oliveira, Letícia Gonçalves e Maria Clara Dias – 13/11/2017 – via Revista Cult.

Segundo a Pesquisa Nacional do Aborto (PNA) realizada em 2016 e publicada em 2017, uma mulher por minuto pratica aborto no Brasil. Isso significa dizer que uma a cada cinco mulheres alfabetizadas entre 18 e 39 anos já fez um aborto. Ou seja: 4,7 milhões de mulheres já abortaram. Diante desses números, nos perguntamos: por qual razão pensar o aborto ainda gera tanto incômodo em uma parcela da população? E quais aspectos bioéticos e políticos precisamos destacar neste debate?

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https://revistacult.uol.com.br/home/ousadia-de-pensar-o-aborto-uma-questao-bioetico-politica/#.WgoU7IY9CJU.facebook

A vitória das ignorâncias (por Moisés Mendes/via Extra Classe/Sinpro-RS)

Por Moisés Mendes – 14/11/2017 – via Extra Classe/Sinpro-RS.

O avanço do golpe é produto da exploração das ignorâncias mais profundas que a própria direita produz. A direita percebeu que o desconhecimento da realidade política contaminou a classe média e que isso ajuda a produzir inércia. A direita descobriu agora o potencial das ignorâncias como nunca havia percebido antes.

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http://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2017/11/a-vitoria-das-ignorancias

Ladislau: e os bancos sugam a riqueza do mundo (por Ricardo Machado, no IHU/via Outras Palavras)

Por Ricardo Machado, no IHU – 24/10/2017 – via Outras Palavras. Vídeo: Ladislau Dowbor.

Em vídeo-palestra, autor de “A Era do Capital Improdutivo” expõe os mecanismos que permitem à oligarquia financeira produzir desigualdade máxima, devastar a natureza e inviabilizar a democracia.

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http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=529502

 

A era do homem endividado e a financeirização como forma contemporânea de guerra (por IHU)

Por IHU – 22/10/2017.

Em seus escritos Michel Foucault abandonou o conceito de guerra e passou a se concentrar nas terminologias governamentalidade e biopolítica. Contudo, observa o sociólogo e filósofo italiano Maurizio Lazzarato, precisamos repensar o espaço da guerra em nosso tempo. A biopolítica é uma nova forma de entender o poder que era tido como repressão. O poder não reprime apenas, mas estimula, solicita e produz. Essa novidade apontada por Foucault é notável, mas se nos contentarmos com esse aspecto, somente, fica muito limitada a realidade do poder. E por quê? Porque não se leva em conta o aspecto da micropolítica. Se tomarmos a história do capitalismo se torna impossível separar a promoção da vida e a promoção da sua destruição. Lembremos, ainda, que o pensamento de Foucault é centrado na Europa e, apesar de apresentar percepções magníficas, possui inúmeros limites. “Ele fala duas ou três vezes da colonização, apenas, e de forma bastante breve. A colonização é a forma de organizar a destruição.”

As afirmações foram feitas por Lazzarato no contexto de sua conferência A era do homem endividado, em 17-09-2017, na programação do IX Colóquio Internacional IHU – A Biopolítica como teorema da Bioética. O evento é uma realização do Instituto Humanitas Unisinos – IHU.

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http://www.ihu.unisinos.br/572884-a-era-do-homem-endividado-e-a-financeirizacao-como-forma-de-guerra

“A ocasião faz o ladrão” e mais 16 frases que perderam o sentido no Brasil de hoje (por Celso Vicenzi/via DCM)

Por Celso Vicenzi – 21/10/2017 – via DCM.

No Brasil do golpe, aquele do grande acordo com “o Michel Temer, com o Supremo, com tudo”, muitas coisas perderam o sentido. Já não significam (quase) nada. Honra, dignidade, ética, justiça… essas palavras vão, digamos assim, perdendo a serventia.

O mesmo acontece com velhos ditados, frases, provérbios e outras expressões que já não exprimem o que representavam em outros momentos. Em alguns casos, caíram completamente em desuso, em outros, exigem uma nova interpretação.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-ocasiao-faz-o-ladrao-e-mais-16-frases-que-perderam-o-sentido-no-brasil-de-hoje-por-celso-vicenzi