Mundo tem recorde de pessoas deslocadas

Membros da minoria muçulmana rohingya fogem de Myanmar em direção a Bangladesh

Membros da minoria muçulmana rohingya fogem de Myanmar em direção a Bangladesh. Foto: M. Mostqfigur Raman/Deutsche Welle.

Por BBC Brasil – 20/6/2018.

Em 2017, 68,5 milhões estavam longe de suas regiões de origem, fugindo de conflitos, crise, violência ou perseguição. Número, que inclui deslocados internos e refugiados, é o maior registrado em sete décadas.

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http://www.dw.com/pt-br/mundo-tem-recorde-de-pessoas-deslocadas/a-44286125?utm_source=Colabora&utm_campaign=c98e3e596e-EMAIL_CAMPAIGN_2018_06_20_05_22&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-c98e3e596e-417482585

Quase 75 mil refugiados e migrantes correm risco de transtorno mental na Europa; 24 mil são crianças

Menina síria de oito anos, refugiada com sua família no abrigo da sociedade civil – o Pikpa –, um campo aberto de refugiados administrado por voluntários perto de Mitilene, na ilha grega de Lesvos, na Grécia. Foto: UNICEF/Gilbertson

Menina síria de oito anos, refugiada com sua família no abrigo da sociedade civil – o Pikpa –, um campo aberto de refugiados administrado por voluntários perto de Mitilene, na ilha grega de Lesvos, na Grécia. Foto: Unicef/Gilbertson.

Por ONU Brasil – 10/5/2017.

Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alertou que 75 mil refugiados e migrantes, incluindo 24,6 mil crianças, estão em risco de transtornos mentais na Grécia, na Bulgária, na Hungria e nos Bálcãs ocidentais. Segundo agência da ONU, os migrantes vivem em um estado prolongado de “limbo”.

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https://nacoesunidas.org/quase-75-mil-refugiados-e-migrantes-correm-risco-de-transtorno-mental-na-europa-24-mil-sao-criancas

As crianças diante da crise dos refugiados, em 3 desenhos animados (por Tatiana Dias/via Nexo)

Cena de “Malak e o barco: uma jornada da Síria”, um dos filmes divulgados pelo Unicef.

Por Tatiana Dias – 31/3/2016 – via Nexo.

Fundo das Nações Unidas para a Infância transforma histórias reais em pequenos filmes para humanizar o drama.

Leia mais:

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/03/31/As-crian%C3%A7as-diante-da-crise-dos-refugiados-em-3-desenhos-animados

Holocausto no Congo: seis milhões de mortes ignoradas pela comunidade internacional (por Daniele Rodrigues, Danielle Fernandes, Deborah Delaye e Vivian Estrela/via Olhares do Mundo)

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Por Daniele Rodrigues, Danielle Fernandes, Deborah Delaye e Vivian Estrela – 11/6/2016 – via Olhares do Mundo.

“Considerado o maior e mais sangrento conflito desde a Segunda Guerra, o combate na República Democrática do Congo já dura 23 anos.  Milícias e grupos rebeldes interessados no contrabando de minérios atacam vilarejos, estupram mulheres, matam inocentes e provocam ondas de refugiados. A comunidade internacional e a mídia silenciam.”

Leia mais:

https://olharesdomundo.wordpress.com/2016/06/11/holocausto-no-congo-deixa-seis-milhoes-de-mortos

Brasileiro vencedor do Pulitzer denuncia Golpe e Rede Globo durante premiação (por Ninja)

Mauricio Lima levanta placa contra o Golpe durante premiação do OPC
Mauricio Lima levanta placa contra o Golpe durante premiação do OPC

Por Ninja – 28/4/2016.

Maurício Lima, primeiro brasileiro a vencer o prêmio Pulitzer de Jornalismo, denunciou na noite dessa quinta-feira, (28), o golpe em curso no Brasil durante a premiação da Overseas Press Club of America (OPC), cerimônia que reúne os 500 maiores líderes da imprensa mundial.

Confira matéria e vídeos:

https://ninja.oximity.com/article/Brasileiro-vencedor-do-Pulitzer-denunc-1

Refugiados, a nova causa de Banksy (Por Esquerda.net/via Outras Palavras)

 

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Grafites denunciam, em Londres e em Calais (França), repressão e preconceito das autoridades europeias. Na Inglaterra, polícia tentou remover obra, que alude a “Os Miseráveis”, de Victor Hugo

No Esquerda.net

Numa parede de esquina a poucos metros da Embaixada de França em Londres, Banksy evoca a icónica obra de Victor Hugo, “Os Miseráveis”, na qual o autor francês desnuda com mestria a miséria material e a pobreza de espírito na conturbada França pós-revolução. Trata-se de uma intervenção de arte urbana, cujo propósito é denunciar a violência policial que acompanha o dia-a-dia da já chamada “selva” de Calais, o campo de refugiados francês onde centenas de pessoas se acumulam, aguardando o desfecho do seu destino e uma oportunidade para entrar no Reino Unido.

Banksy inspirou-se na menina do cartaz do musical “Os Miseráveis”. O artista desenhou uma criança a chorar, sob uma nuvem de gás lacrimogéneo e com uma bandeira francesa no fundo. Ao lado, um código que pode ser lido por um smartphone (quick response code), conduz-nos a um vídeo disponível no YouTube, intitulado “Os assaltos policiais na selva de Calais, 5 e 6 de janeiro” – ver aqui. O vídeo mostra então a violência de uma ação policial das autoridade francesas realizada no início de 2016, na qual não faltaram gás lacrimogéneo, canhões de água e balas de borracha.

Segundo a BBC, tentaram eliminar esta intervenção artística de Banksy, que chegou a estar tapada numa fase inicial. O mural acabaria por ser danificado na lateral, devido às tentativas de remoção. Agora, destapado, a arte de Banksy volta a estar nas bocas do mundo, correndo as redes sociais e denunciando a dramática situação humanitária que se vive na já chamada “selva” de Calais.

O artista tem colocado os refugiados no centro da sua forma de expressão. Recorde-se a recente intervenção artística, num muro em Calais, lembrando que o mentor da Apple, Steve Jobs, era filho de um refugiado sírio. Em dezembro, Banksy desenhou, numa praia de Calais, um menino que observava o mar, com uma mala por perto e um abutre à espera da tragédia.

Banksy: “Nunca desistam; a grandeza leva tempo”.

Não se sabe se há uma relação direta com a tentativa de eliminação do seu mais recente mural sobre o tema, mas Banksy publicou um tweet, na madrugada desta segunda-feira, dizendo: “Nunca desistam; a grandeza leva tempo”.