Nassif: Lava Jato serviu a interesses dos Estados Unidos (por Brasil247)

Agência Brasil

Por Brasil247 – 20/8/2017.

Jornalista destaca que “a atuação da Lava Jato visou três objetivos centrais, todos diretamente relacionados com os interesses norte-americanos: inviabilizar rapidamente as multinacionais brasileiras que competiam com grupos norte-americanos no exterior; derrubar o governo Dilma e, com ele, a legislação do pré-sal; inabilitar Lula politicamente”.

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https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/312739/Nassif-Lava-Jato-serviu-a-interesses-dos-Estados-Unidos.htm

Moro tropeça e admite que triplex não ‘veio’ de contratos da Petrobras (por Fernando Brito/via Tijolaço)

logojuiz

Por Fernando Brito – 18/7/2017 – via Tijolaço.

Embora, em princípio, não servissem para qualquer consequência jurídica, porque o resultado de qualquer objeção da defesa de Lula a Sergio Moro é, simplesmente, ignorado, a recusa do juiz aos embargos de declaração opostos à sentença do juiz curitibano acabaram produzindo um resultado precioso para a contestação de sua sentença.

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http://www.tijolaco.com.br/blog/moro-tropeca-e-confessa-que-triplex-nao-veio-de-contratos-da-petrobras

Agente da CIA? Treinado pelo FBI? Um raio-x da relação Moro-EUA (por Daniel Giovanaz/via Brasil de Fato/publicado por Luis Nassif/GGN)

Por Daniel Giovanaz – 9/6/2017 – Brasil de Fato – citado por Luis Nassif/GGN.

Em julho de 2016, a filósofa Marilena Chauí afirmou que o juiz de primeira instância Sérgio Moro havia sido “treinado pelo FBI” para atender aos interesses estadunidenses na condução da operação Lava Jato. O vídeo, publicado pelo Nocaute TV, teve mais de 160 mil visualizações e estimulou debates sobre o tema entre juristas, historiadores, cientistas políticos e sociólogos brasileiros.

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http://jornalggn.com.br/noticia/agente-da-cia-treinado-pelo-fbi-um-raio-x-da-relacao-moro-eua-por-daniel-giovanaz

Só o Lula tinha que saber, Meirelles e Moro, não?

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Meirelles, rindo da ingenuidade dos brasileiros? Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil. 

Por Celso Vicenzi – 20/5/2017.

Se Lula tinha que saber o que acontecia na Petrobras, Meirelles, que foi presidente do Conselho da JBS durante os anos em que a empresa repassou meio bilhão de reais a políticos, não deveria saber também? Ainda mais que era o gestor direto da empresa, ao contrário de Lula? E Moro não deveria saber que Cunha recebia propina até na prisão?

Se Moro anexa ao processo de Lula foto do ex-presidente com o presidente da OAS no sítio em Atibaia, como prova de suas relações com o dono da empreiteira, o que dizer das fotos com Moro rindo na maior intimidade com Aécio e Temer, e frequentando eventos promovidos por Doria?

Na justiça do Brasil, infelizmente, há muitos procedimentos que só valem para os outros, para os inimigos. Derrubaram Dilma – com o aval do STF – por conta de pedaladas fiscais que também foram praticadas por 17 governadores e até pelo golpista Temer, sem que fosse usado do mesmo rigor (aliás, ninguém deveria perder o mandato por isso).

Mas setores da mídia e do judiciário são muito seletivos (para usar uma palavra branda). Para eles, como dizem os manezinhos, “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”.

A parcialidade de Moro e a ruína de todo o sistema penal inscrito na Constituição (por Sergio Medeiros/via GGN)

Por Sergio Medeiros – 9/5/2017 – via GGN.

Nos processos contra o ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva, direitos e garantias, normas fundamentais, passaram a ser solenemente transgredidas ou simplesmente ignoradas.

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http://jornalggn.com.br/fora-pauta/a-parcialidade-de-moro-e-a-ruina-de-todo-o-sistema-penal-inscrito-na-constituicao-por-sergio-medeiros

O dia da vergonha. O dia da honra (por Fernando Brito/via Tijolaço)

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Por Fernando Brito – 10/5/2017 – via Tijolaço.

10 de maio de 2017.

Começa um dia que ficará em nossa história, para o bem ou para o mal. Ou, provavelmente, para ambos.

Pode ser o dia em que, pela ação de um homem, se desperte a consciência deste país de que tanto quanto a lei é a forma de regular a relação entre indivíduos, o arbítrio, a prepotência, a parcialidade da Justiça são um veneno que paralisa e apodrece o convívio social.

Não, não são polícias, promotores e juízes com seus martelos impiedosos que devem governar um povo.

Um povo, para sê-lo, governa-se.

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