Com mostra do MBL, a UFSC do reitor Cancellier vira cobaia de modelo de agitação de direita (por Celso Vicenzi/via DCM)

Os kataguiris na UFSC.

Por Celso Vicenzi – 9/11/2017 – via DCM.

O suicídio do reitor pode não ter sido um ato isolado, pois os ataques à universidade prosseguem. E as motivações, aparentemente, são maiores do que aquelas a que as notícias se referem, afinal, em todo o país, as instituições públicas estão sendo sucateadas, denunciadas e vendidas ao setor privado. Quem acompanha o meticuloso xadrez do golpe sabe que nenhum lance é ingênuo e boa parte da mídia tem exercido o papel de esconder e supervalorizar fatos, e também legitimar atos induzidos como se produzidos espontaneamente.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/com-mostra-do-mbl-a-ufsc-do-reitor-cancellier-vira-cobaia-de-modelo-de-agitacao-de-direita-por-celso-vicenzi

Silêncio que fala

Por Celso Vicenzi – 5/10/2017.

O silêncio eterno a que autoimpô-se Luiz Carlos Cancellier de Olivo, reitor da UFSC, falará para todo o sempre das injustiças e denunciará o modelo ditatorial implantado no Brasil, em pleno século 21: judicial-policial-midiático, igualmente perverso, intolerante, arbitrário, inquisidor, perseguidor, seletivo, cruel, classista, elitista, excludente, desumano.

O estupro como metáfora do golpe: a mídia punitiva, a esquerda positivista e as paixões humanas (por Sylvia Debossan Moretzsohn/via ObjETHOS/Ufsc)

Por Sylvia Debossan Moretzsohn – 4/9/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A coincidência entre o aniversário do golpe e a repercussão do casodo sujeito preso em flagrante por ejacular em cima de uma mulher num ônibus mas libertado no dia seguinte transformou a imagem do estupro numa perfeita metáfora do país.

De fato, estamos sendo estuprados desde a fatídica sessão da Câmara do dia 17 de abril do ano passado, em que, entre gargalhadas e rojões de papel metalizado, aquela multidão de deputados fantasiada de verde e amarelo expôs ao mundo a qualidade de nossa representação parlamentar. A falta de decoro não se limitou aos exageros de comportamento: chegou ao cúmulo de uma declaração de voto que elogiava o torturador-símbolo do período da ditadura.

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https://objethos.wordpress.com/2017/09/04/o-estupro-como-metafora-do-golpe-a-midia-punitiva-a-esquerda-positivista-e-as-paixoes-humanas

A destruição do Brasil, o jornalismo e o crime de lesa-pátria (por Francisco José Castilhos Karam/via ObjETHOS)

Por Francisco José Castilhos Karam – 28/8/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A destruição do Brasil por Michel Temer e seu governo, com o apoio das empresas jornalísticas, do Judiciário, do Parlamento e das empresas privadas brasileiras, entre elas bancos, empresas rurais, igrejas evangélicas e outras picaretagens, baseadas no poderio econômico-político dos conglomerados e que tem o maior volume de capital e patrimônio – mas também o menor, e muito menor, volume de população – representa miséria e declínio social para grande parte do povo brasileiro até o limite do aniquilamento.

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https://objethos.wordpress.com/2017/08/28/a-destruicao-do-brasil-o-jornalismo-e-o-crime-de-lesa-patria

Prostitutas discutem formas de romper o estigma e acessar direitos (por Paula Guimarães/via portal Catarinas)

Debate integrou as comemorações de 30 anos do Movimento Brasileiro das Prostitutas/Foto: Assessoria FG.

Por Paula Guimarães – 8/8/2017 – via portal Catarinas.

Pela primeira vez em mais de vinte anos de realização do Seminário Internacional Fazendo Gênero, o putafeminismo protagonizou uma mesa redonda com a presença de ativistas prostitutas. “Um século e meio de abolicionismo: prostituição, criminalização e o controle da mulher” teve participação de Monique Prada, fundadora da Central Única das Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais (CUTS), Melinda Mindy Chateauvert, historiadora do movimento das trabalhadoras sexuais, e Pye Jakobsson, presidenta do NSWP, organização internacional para profissionais do sexo. O evento que discutiu as ameaças em relação ao exercício da atividade no Brasil segue em mais quatro cidades como parte das comemorações de 30 anos do Movimento Brasileiro das Prostitutas.

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http://catarinas.info/prostitutas-discutem-formas-de-romper-o-estigma-e-acessar-direitos

Dois pesos e duas medidas: 11 situações em que os jornais esqueceram a isenção (por Amanda Miranda/via ObjETHOS)

Por Amanda Miranda – 5/6/2017 – via ObjETHOS.

Para quem acompanha a crítica de mídia ou mesmo as pesquisas sobre comunicação e jornalismo, não é novidade nenhuma lembrar que imparcialidade, neutralidade e objetividade têm se firmado como mitos na prática jornalística. No geral, são valores acionados pelos veículos ao se apresentarem ao público, mas facilmente contestáveis ao estudarmos suas notícias nas mais variadas formas.

No recém-lançado projeto editorial da Folha de S. Paulo, por exemplo, um dos princípios indica que o jornal irá “manter atitude apartidária, desatrelada de governos, oposições, doutrinas, conglomerados econômicos e grupos de pressão”, o que sugere uma busca por um espaço neutro, afastado de quaisquer interesses.

Já os princípios editoriais do grupo Globo reconhecem a impossibilidade de atingirem por completo o valor que chamam de isenção, mas lembram que ela deve ser uma meta em suas notícias. “Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna – é possível ter 100% de isenção? – a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção”.

Mas como é possível atingir essa isenção ou essa atitude apartidária em momentos de crise política e de intensa polarização? É possível manter a crítica a todos os grupos políticos no mesmo tom? Sendo esses veículos grandes empresas de comunicação, não devemos inferir que sua aproximação com os interesses do mercado e dos seus grupos de apoio são inevitáveis?

Para tentar compreender melhor essas questões, investigamos 54 capas dos jornais Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo e O Globo nos últimos 18 meses – que compreendem períodos imediatamente anteriores ao impeachment de Dilma Rousseff e a transição de um governo interino para o governo Michel Temer. Dessas, selecionamos 36, reunidas em 11 tópicos que indicam o posicionamento dos jornais para além do que eles dizem explicitamente.

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https://objethos.wordpress.com/2017/06/05/dois-pesos-e-duas-medidas-11-situacoes-em-que-os-jornais-esqueceram-a-isencao

 

Pós-Graduação, Curso e Departamento de Jornalismo da UFSC, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas/SC, prestam homenagem ao professor Nilson Lage

Pós-Graduação, Curso e Departamento de Jornalismo da UFSC, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas/SC, prestam homenagem ao professor Nilson Lage

O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC (POSJOR), em parceria com SJSC (Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina), promove nesta sexta-feira, dia 9, a partir das 15h, um evento em homenagem ao professor Nilson Lage, pela passagem dos seus 80 anos. Além da cerimônia de homenagem, haverá um painel sobre sua vida e obra, com palestras dos professores Samuel Lima e Eduardo Meditsch e do próprio Nilson Lage.

O evento encerra a 6ª Jornada Discente do POSJOR, atividade destinada à apresentação de trabalhos dos alunos do Programa. O local é o Auditório do EFI (Espaço Físico Integrado) da UFSC, um novo prédio da Universidade próximo ao CCE (Centro de Comunicação e Expressão).

Na cerimônia de homenagem, integram a mesa de saudação ao professor Nilson Lage a coordenadora do POSJOR, Raquel Longhi, a Chefe do Departamento de Jornalismo, Maria José Baldessar, a coordenadora do curso de Jornalismo, Rita de Cássia Paulino, e o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Aderbal Filho.

Logo após a cerimônia, Lage profere palestra no painel “Em defesa da dignidade do Jornalismo, seu ensino e pesquisa”, ao lado dos professores Samuel Lima e Eduardo Meditsch, mediado pela professora Valci Zuculoto.

Leonardo Sakamoto ministra aula inaugural do curso de Jornalismo

Por Notícias da UFSC – 16/8/2016.

“O jornalista e cientista político Leonardo Sakamoto é o convidado do curso de Jornalismo da UFSC para a aula de abertura da graduação do segundo semestre de 2016, e discutirá o tema de seu último livro “O que aprendi sendo xingado na internet”. O evento será realizado nesta quinta-feira, 18 de agosto, às 18h30, na Sala Aroeira, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.”

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http://noticias.ufsc.br/2016/08/leonardo-sakamoto-ministra-inaugural-do-curso-de-jornalismo

Ciro, os cortes no Orçamento e os juros. Um bela aula, assista (por Fernando Brito/via Tijolaço)

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Por Fernando Brito – 26/6/2016 – via Tijolaço.

“Só hoje vi o vídeo da palestra de Ciro Gomes, há 15 dias, na Universidade de Santa Catarina.

É muito boa e clara, com a linguagem sempre desabrida de Ciro.

Vale assistir, porque desmistifica a história de que os cortes nos programas sociais e uma eventual redução nos juros não responderão às necessidades do país.

Ajuda a suprir a falta do jornalismo econômico que não temos, temos “jornalismo de mercado”.

Acesse o vídeo de 20 minutos:

http://www.tijolaco.com.br/blog/ciro-o-cortes-no-orcamento-e-os-juros-um-bela-aula-assista