Brasil tem o terceiro maior número de mortes violentas de mulheres no mundo (por Jamil Chade/O Estado de S

Por Jamil Chade/O Estado de S. Paulo – via Agência Patrícia Galvão – 7/12/2017. Colaborou Júlia Marque.

O Brasil teve, no ano passado, o maior número de mortes violentas do mundo. Foram 70,2 mil óbitos, o que equivale a 12,5% do total de registros em todo o planeta. O alerta faz parte de um informe divulgado pela entidade Small Arms Survey, referência mundial para a questão da violência armada. Em termos absolutos, a entidade aponta que a situação no Brasil supera a violência em Índia, Síria, Nigéria e Venezuela.

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http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/brasil-tem-o-terceiro-maior-numero-de-mortes-violentas-de-mulheres-no-mundo/?utm_term=Jovem+negra+tem+2+vezes+mais+chances+de+ser+morta+no+Brasil%2C+diz+relatorio&utm_campaign=Contatos+Geral&utm_source=e-goi&utm_medium=email

 

A violência contra as mulheres no mundo em quatro mapas (por Elisa Castillo/via El País)

Por Elisa Castillo – 24/11/2017 – via El País.

A Hungria é o único país da UE que não pune o assédio sexual. A Rússia descriminalizou a violência de gênero. Tunísia, Jordânia e Líbano proibiram o perdão aos estupradores que se casavam com suas vítimas.

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https://brasil.elpais.com/brasil/2017/11/22/internacional/1511362733_867518.html

Seis estatísticas que mostram o abismo racial no Brasil (por Tory Oliveira/via Carta Capital)

Protesto no Dia da Consciência Negra

Integrantes de movimentos sociais e de defesa dos direitos da comunidade negra protestam na 13ª Marcha da Consciência Negra, em 2016. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil.

Por Tory Oliveira – 20/11/2017 – via Carta Capital.

No Brasil, a população negra é mais atingida pela violência, desemprego e falta de representatividade.

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https://www.cartacapital.com.br/sociedade/seis-estatisticas-que-mostram-o-abismo-racial-no-brasil

Da exclusão para a materialização de sonhos (por Padre Vilson Groh/via TEDxFloripa)

Por Padre Vilson Groh – 21/11/2017 – via TEDxFloripa.

Vilson ainda era um estudante de 24 anos vindo do interior quando subiu pela primeira vez o morro do Mocotó, na periferia da capital catarinense, e começou a derrubar muros e construir pontes. Não físicas, mas entre pessoas e crenças. Daquele encontro com uma mãe de santo, o futuro padre começaria sua vida dedicada a ajudar pessoas em situação vulnerável a materializarem seus sonhos, trabalho que realiza até hoje por meio de um Instituto que leva seu nome. Vilson Groh, padre brusquense que vive na periferia de Florianópolis, é presidente de um instituto que leva seu nome e trabalha em prol da defesa e garantia de direitos da população empobrecida. Em parceria com outras organizações civis, o Instituto Padre Vilson presta assistência e promove articulação na dimensão social, educacional e financeira.

Assista:

Brasil registra recorde de mortes violentas em 2016 (por Deutsche Welle)

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Por Deutsche Welle – 30/10/2017.

País teve 61.619 casos documentados em todo o ano, maior número da história, com média de sete pessoas mortas a cada hora ou 29,9 homicídios por 100 mil habitantes. Violência policial também aumenta.

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http://www.dw.com/pt-br/brasil-registra-recorde-de-mortes-violentas-em-2016/a-41172942?utm_source=Colabora&utm_campaign=e3ff7f34b0-EMAIL_CAMPAIGN_2017_10_30&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-e3ff7f34b0-417482585

Violência no Brasil é uma bomba de Hiroshima por ano (por Paulo Henrique Amorim/via Conversa Afiada)

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Essa foto de Luiz Morier, feita na estrada Grajaú-Jacarepaguá, no Rio, não é de 2017. É de 1982, publicada na capa do Jornal do Brasil (quando era o melhor jornal do Brasil). Ainda bem que mudou, não é, amigo navegante?

Por Paulo Henrique Amorim – 31/10/2017 – via Conversa Afiada.

Sete pessoas morrem por hora no Brasil!

É um genocídio.

Os pobres que se lixem!

O número de mortes violentas, intencionais, por ano, equivale a uma bomba atômica em Hiroshima: 62 mil!

Leia mais:

https://www.conversaafiada.com.br/brasil/violencia-no-brasil-e-uma-bomba-de-hiroshima-por-ano

Metade de vítimas de estupro tem até 14 anos e foi violada por parente (por Isabela Cavalcante/via Metrópoles)

iStock

Por Isabela Cavalcante – 13/9/2017 – via Metrópoles. Foto IStock.

Quando a maioria das pessoas pensa em estupro, talvez a cena a seguir é a mais comum que vem à cabeça: uma garota de roupas curtas e apertadas vagando sozinha pelas ruas escuras da cidade. Ao cruzar um beco, é surpreendida por um homem encapuzado. Ele, um completo desconhecido, decide violar essa bela moça em um lugar público, acobertado e escondido no meio da noite.

Essa descrição não poderia estar mais distante da realidade. A 12ª edição do Dossiê Mulher, lançada em agosto de 2017, reporta as violências ocorridas no Rio de Janeiro. Apesar de estudar apenas um estado, ele revela tendências que ocorrem no país inteiro. Os dados de estupro são assustadores: 55% das mulheres estupradas têm menos de 14 anos, o que é caracterizado como estupro de vulnerável, e em quase 40% dos casos o agressor é alguém que a vítima conhece.

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https://www.metropoles.com/brasil/direitos-humanos-br/metade-de-vitimas-de-estupro-tem-ate-14-anos-e-foi-violada-por-parente

Agnes Heller: “A maldade mata, mas a razão leva a coisas mais terríveis” (por Guillermo Altares/via El País)

Agnes Heller, em sua casa, em Budapeste

Agnes Heller, em sua casa, em Budapeste. Foto Zsófia Pályi.

Por Guillermo Altares – 2/9/2017 – via El País.

Agnes Heller (Budapeste, 1929) resume a história da Europa, ou melhor, a tragédia da Europa. Esta filósofa, uma das pensadoras mais influentes da segunda metade do século XX, sobreviveu ao Holocausto, embora seu pai tenha sido assassinado em Auschwitz. Após a Segunda Guerra Mundial, esta discípula do filósofo marxista Georg Lukács se tornou uma dissidente na Hungria comunista, após a invasão soviética de 1956, e acabou se exilando, primeiro na Austrália, onde foi professora em Melbourne, depois na Universidade de Nova York. Continua dando conferências pelo mundo, mas sempre volta a um apartamento luminoso e arejado no sul de Budapeste, de onde tem uma bela vista do Danúbio.

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https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/02/eps/1504379180_260851.html?id_externo_rsoc=TW_CC

País registra 10 estupros coletivos por dia; notificações dobram em 5 anos (por Cláudia Collucci/via Folha de S. Paulo)

Por Cláudia Collucci – 20/7/2017 – via Folha de S. Paulo.

Em cinco anos, mais do que dobrou o número de registros de estupros coletivos no país feitos por hospitais que atenderam as vítimas.

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http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/08/1911346-pais-registra-10-estupros-coletivos-por-dia-notificacoes-dobram-em-5-anos.shtml?utm_source=meio&utm_medium=email

A cada 10 minutos uma mulher é vítima de violência em Santa Catarina (por Fábio Bispo/via Notícias do Dia)

Para a delegada Patrícia D´Ávila, é preciso uma transformação cultural para reduzir casos de violência - Flávio Tin/NDPara a delegada Patrícia D´Ávila, é preciso uma transformação cultural para reduzir casos de violência – Flávio Tin/ND.

Por Fábio Bispo – 18/8/2017 – via Notícias do Dia.

Dados da Secretaria de Segurança Pública revela que os crimes mais praticados contras as mulheres são ameaça, lesão corporal e estupro.

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https://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/a-cada-10-minutos-uma-mulher-e-vitima-de-violencia-em-santa-catarina